Economia colaborativa: o que é e quais suas vantagens?

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Economia colaborativa: o que é e quais suas vantagens?

A economia colaborativa é a prova de que é possível consumir com inteligência e, consequentemente, reduzir gastos. E isso vale tanto para o cenário corporativo como para o ambiente doméstico.

Se os meios de consumo já não são mais os mesmos – principalmente em uma era na qual o compartilhamento virou tendência – nada mais comum do que este conceito se direcionar, também, ao cenário econômico, não é? 

Em nosso artigo de hoje vamos te ajudar a descobrir o que é e quais as vantagens da economia colaborativa para a sociedade. Vamos, ainda, compartilhar algumas dicas para implementação deste conceito.

Fique conosco! Aproveite o conteúdo e extraia novos insights para a sua gestão.

Economia colaborativa: modo de consumo inteligente

Diferente do que ocorre na economia tradicional, em que há a aquisição de bens e serviços, a economia colaborativa possui como conceito principal o compartilhamento. Além das transações de troca, o conceito abrange ações como aluguel, doação, empréstimo e similares.

Aqui, as vantagens são positivas tanto para quem consome como para quem fornece.

Interessante dizer que a economia colaborativa pertence a um movimento global, focado em ações mais sustentáveis, relações mais humanas e, é claro, consumo inteligente.

Em uma rápida análise ao seu redor, é possível encontrar modelos famosos e bem-sucedidos de economia colaborativa. 

A Uber, por exemplo, é um dos que mais se destaca. Através do modelo de compartilhamento, em que motoristas disponibilizam seus veículos como meio de transporte para terceiros, as duas partes vivenciam uma experiência colaborativa interessante.

De um lado, temos os motoristas particulares e autônomos que têm acesso a uma maior demanda de serviços, uma vez que o aplicativo os conecta a mais de 100 cidades brasileiras.

Do outro, estão os passageiros. Clientes que precisam se deslocar, seja em curtas ou longas distâncias, mas que precisam de agilidade – o que não é proporcionado com eficiência pelo transporte público. Sendo assim, é possível contar com a rapidez de um carro, sem, necessariamente, precisar investir em um veículo próprio. 

A Uber é apenas um exemplo de sucesso dentro do sistema de economia colaborativa. Empresas como iFood, Airbnb, OLX, Rappi e Netflix também se encaixam nesta categoria.

Quais as vantagens da economia colaborativa para as empresas?

Sabemos que neste modelo negócio, tanto fornecedor quanto consumidor compartilham uma experiência. No entanto, as empresas que seguem os preceitos da economia colaborativa obtém algumas vantagens interessantes relacionados ao crescimento e fortalecimento do negócio.

Redução de custos

Imagine que a empresa precisa renovar o estoque de notebooks e impressoras. Se for adquirir equipamentos novos, o investimento será alto, bem como os recursos utilizados para manutenção e, consequentemente, substituição dos itens. 

Mas e se a sua empresa alugar os notebooks? Através do outsourcing, que é um dos modelos aplicados na economia colaborativa, é possível fechar um pacote que garante os equipamentos, a manutenção preventiva e, em caso de troca, a substituição por um novo equipamento enquanto o contrato estiver ativo. Tudo por uma taxa única mensal.

A redução de custos, neste caso, está atrelada ao preço dos equipamentos, custos com manutenção preventiva, atualização de softwares, novas licenças e a compra de um novo equipamento, quando o mesmo se tornar obsoleto.

A economia colaborativa permite que a empresa acesse contratos mais sustentáveis, econômicos e inovadores.

Qualidade

Na economia colaborativa, destaca-se quem oferece a melhor experiência no consumo de bens e serviços. Consequentemente, há um esforço natural das empresas em elevar seus níveis de produção e atendimento. 

No iFood, por exemplo: os restaurantes mais bem avaliados tendem a ser as primeiras opções do consumidor final.

Networking

Por se tratar da oferta de bens e serviços compartilhados, é natural que a empresa e o colaborador criem novas relações, sejam estas pessoais ou profissionais. Destas relações podem sair novas oportunidades, principalmente no que se refere ao crescimento do negócio. 

Novos parceiros são fundamentais para o desenvolvimento positivo de uma empresa focada na colaboração e o networking é a ferramenta ideal para isso. 

Sustentabilidade

A economia colaborativa propõe o consumo consciente de bens e serviços. 

Além de proporcionar a redução de custos, como já comentado, o modelo estimula a redução do consumo excessivo, desperdício e a economia de recursos naturais, como água e energia elétrica.

Engajamento

Como a economia colaborativa é focada na relação comercial entre pessoas – mesmo que haja uma empresa intermediando  a relação de consumo – o fortalecimento do engajamento entre colaboradores é visível. 

Num time de colaboradores do iFood, por exemplo, a comunicação entre os entregadores pode resultar em novas relações pessoais, novas oportunidades de geração de renda e compartilhamento de conhecimento.

Como implementar a economia colaborativa na sua empresa?

Tentar implantar a economia colaborativa em uma empresa cujo modelo organizacional é estritamente tradicional pode não gerar os resultados esperados. 

Neste cenário, cabe avaliar e refletir os processos do negócio, adequando-os ao modelo colaborativo e criativo.

Os parceiros de negócios são figuras cruciais na economia criativa. Com o amadurecimento e desenvolvimento dos negócios, é natural que a demanda por novas soluções surja. Neste caso, ter em mãos um bom leque de profissionais e empresas com o mesmo espírito facilita a implementação de novos recursos e serviços.

Mesmo sendo um método focado no relacionamento, uma empresa colaborativa também deve se atentar às finanças. Um controle minucioso dos custos garante mais competitividade no mercado, elevando, assim, o volume de oportunidades. 

Neste segmento, uma boa solução é a terceirização, que reduz os custos fixos do negócio. O sistema de crowdsourcing, mencionado anteriormente, é um bom exemplo.

A experiência do usuário também deve ser considerada – aliás, é um dos pilares mais importantes na economia colaborativa. Optar por ações que tornam a relação de consumo mais íntima, pessoal e satisfatória rende bons pontos para a empresa, que cria relacionamos a longo prazo, ampliando, assim, suas possibilidades de negócio.

E então, curtiu nosso artigo e tirou suas dúvidas sobre a economia colaborativa? Continue acompanhando os artigos do blog e aprimore o seu processo de gestão!

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